O Núcleo de Árbitros de Futebol Armando
Nascimento Beja (NAFAN), vem por este meio repudiar e mostrar o seu desagrado
pela forma como o seu associado, Bruno Vieira, foi tratado no último estágio de
Elite de Árbitros, que decorreu em Rio Maior.
O nosso associado abdicou da sua
família, do seu emprego, para estar em formação para a qual foi convocado para
o efeito através do Conselho de Arbitragem da Federação Portuguesa de Futebol,
onde permaneceu sete dias,e viria a ser confrontado já na parte final com a
exclusão da referida ação, considerando aquele órgão, que afinal tinha existido
um lapso e que o árbitro, não poderia estar a participar e usufruir de tão
grande oportunidade, logo a “lutar” de igual modo, com os restantes árbitros de
outras associações.
Já o ano transato e com outro nosso
associado, Dinis Gorjão, num caso que a todos deixou dúvidas, com a falta de
rigor ou rigor a mais, viria a ditar a queda de um sonho de « uma vida ». Tais
peripécias voltaram a acontecer, desta feita e em tão curto espaço de tempo.
Por trás de cada árbitro, existe um
homem que muitas vezes deixa para trás o seu grande suporte que é a família e
os amigos, para se dedicar a esta causa, pelo que não merecer tratamento tão
insípido.
A arbitragem Bejense, rege- se por um
conceito, no qual está integrado o princípio do respeito e
de uma forma transversal, engloba todos os intervenientes, árbitros, dirigentes
e ao associativismo em geral, onde a solidariedade é um pilar firme e que deve
ser colocada sempre em qualquer que sejam as circunstâncias.
Não podemos pactuar com regras que
mudam conforme os protagonistas e de difícil interpretação que deitam por terra
a ambição, daqueles que de forma humilde, também pretendem contribuir para a
grandeza da sociedade, seja nesta ou noutra missão, pelo que não é de todo
aceitável que se ponha em causa o bom nome do nosso associado, nem é digno que
se trate desta forma um ser humano.
O NAFAN está solidário
com o Bruno Vieira e reitera todo o seu apoio, sem esquecer que a arbitragem
atual e na sequência de tais acontecimentos, está longe de respeitar as mais
elementares normas de convivência cívica, social e desportiva.
Desta forma e com toda a frontalidade,
podemos afirmar, que este episódio e outros parecidos, não conseguem
amedrontar a arbitragem Bejense, que continuará a trilhar o seu
caminho, assente no trabalho, dedicação e na defesa da verdade
desportiva.
O NAFAN estará disponível em dar ao seu
associado, toda a colaboração em tudo o que vier a ser necessário, pois é um
dever do Núcleo alertar e denunciar, factos que em nada valorizam o futebol e a
arbitragem em particular.
Cientes que o trabalho que se desenvolve no
interior do país, é tão merecer de respeito, como qualquer outro, mas não pode
e não deve ser desprezado em detrimento daqueles que continuam perto do poder
ou na sua periferia.
O NAFAN não deixará «nunca» de mostrar o seu
desagrado por tamanhas injustiças, as quais não podem continuar a existir e
direcionadas aos homens e mulheres que sonham um dia ter as mesmas armas, para
mostrar a sua qualidade no panorama da arbitragem portuguesa.
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