sexta-feira, 12 de outubro de 2007

Cartoon

Cartoon do Jornal O Jogo.

Nomeações FPF dos Árbitros da A.F.Beja

2ª Divisão Série D
Louletano - O. Moscavide: Jorge Fontes - Observador

3ª Divisão Série F
Silves - Cova da Piedade: Edgar Gaspar
Ferreiras - U. Montemor: João Constantino (na foto)
L. Évora - Imortal: Manuel Custódio - Observador

Juniores 1ª Divisão Zona Sul
Lusitano VRSA - Belenenses: Marco Trombinhas
Juvenis Série D
Louletano - Corroios: Dinis Gorjão
Lusitano VRSA - Estoril: Luís Lameira

Iniciados Série F
Despertar - Moura: Tiago Canário
Internacional - Juventude: Tiago Canário

Minuto de Silêncio

Por motivo de falecimento do Senhor Júlio Cernadas Pereira "Juca", antigo Jogador Internacional e ex - Selecionador, vai ser guardado um minuto de silêncio em todas as provas organizadas pela Federação Portuguesa de Futebol nos dias 13 e 14 de Outubro.

Francisco Parrinha operado com sucesso!

O árbitro internacional de Futsal Francisco Parrinha foi ontem operado com sucesso a um dos ossos da cara. O juíz lisboeta já se encontra em recuperação no Hospital São José devendo ter alta hoje ou amanhã.
Parrinha irá estar afastado da competição cerca de um mês e o NAFAN deseja as suas melhoras rápidas.
in futsal.iol.pt

Platini: «Arbitragem por vídeo vai destruir o futebol»

PRESIDENTE DA UEFA REJEITA AJUDA TECNOLÓGICA

Michel Platini rejeitou liminarmente o recurso aos meios tecnológicos para auxiliar os árbitros, mostrando-se, por outro lado, favorável à criação da figura do juíz de área."Recorrer ao vídeo na arbitragem iria destruir o futebol, pois se adoptarmos a medida acabmos com os árbitros em 10 anos e, depois, só recorreríamos ao vídeo, o que obrigaria a parar o jogo de 10 em 10 segundos para questionar cada decisão. Não podemos perder o sentido de humanidade no futebol e errar é humano", disse o presidente da UEFA, que não recusa, todavia, outras tentativas de melhorar o trabalho dos juízes, nomeadamente "colocar dois árbitros de baliza, que se concentrariam exclusivamente no que acontece nas duas grande áreas".

quinta-feira, 11 de outubro de 2007

UM ANO DE MANDATO NA LPFP

Excertos da Intervenção de Hermínio Loureiro,
Porto, 10 de Outubro de 2007

"Há um ano a arbitragem não tinha meios tecnológicos, nem uma logística de transportes, nem usava ginásios privados. Fizemos um investimento muito significativo nas condições de treino, nas condições logísticas e nas condições técnicas que oferecemos aos agentes de arbitragem. Estamos a fazer tudo o que podemos para auxiliar o seu desempenho." (...) "Fizemos mais de 200 alterações ao regulamento de competições, regulamento disciplinar earbitragem" (...)

"Punimos mais as simulações, o jogo violento e a acumulação de cartões; Estabelecemos uma notável colaboração com o Ministério Público e com a equipa da Dra. Maria José Morgado, para a recolha e entrega de informação de todas as matérias relacionadas com o processo “Apito Dourado”; Criámos uma comissão de visionamento que observa os jogos pela televisão e afere da qualidade do trabalho dos observadores dos árbitros, tendo poder para alterar notas" (...)

"Não fomos capazes de erradicar erros de arbitragem que, sendo humanos, por vezes desvirtuam o resultado deste ou daquele jogo." (...) "Comecemos pela arbitragem. Sei que o momento poderia não ser aconselhável para uma intervenção sobre este tema. Mas não temo dizer o que penso, porque pensei muito naquilo que hoje aqui vou revelar."(...)

"O projecto de profissionalização que estamos a desenvolver, fazendo com que os árbitros façam da arbitragem a sua actividade principal, visa o propósito da excelência. Mas dedicar a maioria do nosso tempo a uma actividade não faz de nós seres infalíveis. O que garante é que chegaremos aos jogos mais bem preparados, com mais capacidade e mais responsabilidade.
Mas não chegará. Não será suficiente. Estou consciente disso. Mas pensemos nas seguintes modalidades: Natação, Atletismo, Rugby, Ténis, Futebol americano. Cinco modalidades que reduziram a quase zero a possibilidade de erro humano na arbitragem sem com isso fazerem dos juízes uma espécie de robôs."(...)

"Eu não me resigno. O Futebol não pode continuar debaixo desta vulnerabilidade que a todos desculpa e tudo justifica. Hoje não é dia de meias palavras. Por isso vos revelo em primeira-mão que irei até onde for necessário para que a introdução do chip na bola, o controlo electrónico das linhas de baliza e outras inovações portadoras de uma maior garantia de defesa da verdade desportiva sejam introduzidas neste desporto."(...)

"A herança que a nossa gestão recebeu em matéria disciplinar, nomeadamente os casos que integram o processo “Apito Dourado” não está em gavetas ou armários. Está em cima da mesa das nossas prioridades. Até ao final da presente época desportiva, reafirmo, todos os factos que integram esse processo e que implicam avaliação da justiça desportiva da Liga, vão ser avaliados e decididos. Este é um objectivo partilhado com a Comissão Disciplinar da Liga."

7 fotos dos 7 Árbitros para os 7 jogos da 1ª Distrital - AFB

Árbitros para a 2ª Jornada da 1ª Divisão Distrital da A.F.Beja:
1 - César Leitão no Almodovar - Aldenovense; Luís Diogo no Ferreirense - Odemirense; 3 - José de Sá no Serpa - Castrense; 4 - Daniel Lança no V.Gama - Moura; 5 - Joaquim Serpa no São Marcos - Desp. Beja; 6 - Cristiano Bexiga no Piense - Entradense; 7 - António Fernandes no Milfontes - Cabeça Gorda.

Nomeações do Distrital para o próximo Fim de Semana




Declarações de José Soeiro hoje na Rádio Pax

Ouça as declarações de José Soeiro, Presidente do Conselho Regional de Arbitragem da A.F.Beja, de hoje ao programa de Desporto da Rádio Pax conduzido por Nuno Lima. O assunto em questão é as nomeações de árbitros dos quadros nacionais para jogos de juniores b e c dos campeonatos nacionais, arbitrando equipas da própria associação.

Paulo Paraty apita no Qatar

O árbitro português internacional Paulo Paraty vai dirigir alguns jogos do campeonato do Qatar, entre os dias 22 e 26 deste mês.
O juiz portuense aceitou o convite da Federação de futebol daquele emirado do Golfo Pérsico, fazendo-se acompanhar pelos assistentes Serafim Nogueira e Sérgio Lacroix.

quarta-feira, 10 de outubro de 2007

A Direcção do NAFAN apresenta as condolências a Palma Ribeiro

A direcção do NAFAN vem por este meio enviar sentidas condolências ao seu sócio nº 31 - José Manuel Palma Ribeiro, ex- árbitro de 3ª Categoria Nacional durante várias épocas e actual dirigente do Despertar S.C. pelo falecimento da sua mãe.
Amanhã pelas 10 horas na Igreja de Nossa Senhora das Neves realizar-se-à uma missa em honra da mãe de Palma Ribeiro seguida do funeral.

Viagem no Tempo

Notícia com perto de uma década, quando Vítor Pereira foi indicado para o Mundial 98 em França. Leia!

Não saber perder!

O Benfica queixa-se envergonhado, o Sporting queixa-se sem vergonha, o Braga queixa-se desavergonhado, o Boavista queixa-se descarado, o Estrela queixa-se, Paços de Ferreira, Leixões, Leiria, todos estão a ser «roubados», incluindo quando jogam uns com os outros – a desculpa fácil e desculpabilizante é a táctica da moda. Não interessa a falta de coragem dos treinadores, que montam esquema deliberados para evitar perder, fazendo subir para 40 por cento o número de empates da Liga, o mais elevado da Europa. Não interessa a falta de qualidade geral dos jogadores, que faz descer a média de golos para menos dois por jogo, a mais baixa da Europa. O futebol português está reduzido a um espiolhar de erros ínfimos de julgamento que justifiquem, no meio de muita demagogia, falta de desportivismo e absoluto desrespeito pela inteligência colectiva, contrariedades no campo de jogo. Num futebol minado pela baixa qualidade de dirigentes, treinadores e consultores, a táctica passou a ser: não saber perder, der por onde der.
Crónica de Opinião de João Querido Manha in Correio da Manha

Liga portuguesa - A angústia dos árbitros diante do penálti

Não há razões objectivas que expliquem a redução drástica do número de penáltis assinalados na Liga portuguesa, que na época passada sofreu uma redução de 40 por cento, acentuando a queda que já se iniciara em 2003. Medo de errar por parte dos árbitros é a única ex-plicação plausível.
Para os portugueses, o penálti, mais que o golo, é o momento flagrante do espectáculo futebolístico. Atente-se no que se passou este fim-de-semana no grande dérbi na Luz, que terminou empatado sem golos pela primeira vez neste século: das grandes discussões que foram ‘espoletadas’ e foram rebentando em sucessivos meios de polémica gratuita, ninguém discutiu os golos que não foram marcados mas apenas os penáltis que não foram assinalados. Bizarro.
Neste enquadramento em que os árbitros, também chamados de ‘homens-penálti’, vão ocupando, não por opção deles, o lugar outrora destacado dos homens-golo, que desapareceram do horizonte futebolístico nacional, a baixa ‘produtividade’ que vêm revelando nos últimos anos tem de ser um caso de estudo. Por que motivo os árbitros assinalam cada vez menos penáltis se o número geral de faltas cometidas, de facto, não desceu?
A resposta mais simples e crua radica no medo – medo cénico, medo emocional, medo incompetente, a irreprimível angústia do árbitro diante do penálti – que vem acometendo as novas gerações de juízes, para quem a actividade em campo se defende muito melhor com faltas e faltinhas, discussões sobre pormenores burocráticos como a colocação da bola ou a fralda da camisola fora dos calções, através dessa irresistível arma defensiva que é o cartão amarelo, ponte de coragem para o cartão vermelho.
Na década de 90 do século passado, a fisionomia da ficha de um jogo de futebol alterou-se sobremaneira, com a secção dos cartões a ocupar as linhas que a tabela dos golos já vinha perdendo. Nos anos 80, ainda um campeonato tinha mais penáltis do que expulsões, por exemplo. No ano passado, foram expulsos 81 jogadores na 1.ª Liga e marcadas apenas 44 grandes penalidades – o total mais baixo em mais de 30 anos.
O número de ‘castigos máximos’ – a semântica terá ajudado ao cariz de monstruosidade que os 9,15 metros entretanto ganharam – vem baixando drasticamente ao longo deste século, depois de ter atingido em 2001-02 o recorde de 110, quando os árbitros assinalavam um a cada três jogos. Na época corrente, este rácio baixou para metade (um penálti a cada seis partidas) e não há uma única pessoa convencida de que tal se deva à inexistência de faltas na grande área mas tão-somente ao pavor de que os árbitros se foram deixando tomar, perante a perspectiva de poderem tomar uma decisão errada sem volta atrás. Os oito penáltis que foram assinalados nas primeiras seis jornadas do actual campeonato representam menos de metade dos verificados em igual número de jornadas nos primeiros anos do século.
RECORDE DE FERREIRA
Pedro Henriques, que dirigiu o dérbi, e segundo alguns especialistas terá deixado por assinalar cinco ou seis faltas que “podiam ser penálti”, já não toma uma decisão dessas há quase dois anos, precisamente desde um dérbi de Janeiro de 2006 em que marcou um para cada lado. Mas nem é dele o recorde. Cabe a João Ferreira, curiosamente o árbitro que vai hoje dirigir a partida do Benfica (em Leiria), um período excepcional de 21 meses e 24 jogos de 1.ª Liga sem conseguir ver uma falta defensiva dentro de uma grande área. A teoria das probabilidades e a racionalidade estatística dizem-nos que tal é impossível – logo, estaremos perante um árbitro com ‘dificuldade’ em assumir o ónus de tais decisões. João Ferreira tem um histórico conflituoso com este tema não apenas pelos que deixou de marcar mas sobretudo porque uma boa parte dos 26 que já assinalou desencadearam grandes polémicas e notas negativas. Basta recordar que há 21 meses (!), em Janeiro de 2006, nos minutos finais de um Sp. Braga-Benfica, confundiu o peito com o braço de Nunes e só se livrou da excomunhão bracarense porque ainda validou o golo decisivo, em fora-de-jogo, de Bevacqua. Nos seus múltiplos erros, o árbitro do célebre golo de Ronny (esse sim, à mão) favoreceu e prejudicou todos os clubes envolvidos sem revelar favoritismos. Tornou-se até mais picuinhas e estabeleceu o recorde de faltas num jogo do último campeonato, o Nacional-Sp. Braga, em que assinalou 55 infracções. Mas todas bem longe das grandes áreas.
ÁRBITROS E PENÁLTIS
ELMANO SANTOS: 1 PENÁLTI EM CADA 3 JOGOSCom 23 penáltis em 74 jogos, Elmano Santos é o apito mais ouvido na área de rigor, graças a uma facilidade rara em marcar mais que um por jogo. Depois dele, cabe a Paulo Costa uma média também inferior aos quatro jogos por penálti, embora num processo de transformação relativamente ao início de carreira: nas últimas duas épocas assinalou apenas um.
JOÃO FERREIRA: 24 JOGOS, 21 MESES, 0 PENÁLTISAlém da condição militar, João Ferreira partilha com Pedro Henriques a mais longa resistência ao penálti, superando mesmo numa semana o árbitro dos dérbis. O período de negação do setubalense começou num Belenenses-Sporting, em que assinalou dois e ainda perdoou outro a Tonel, a 14 de Janeiro de 2006. Seguiram-se 24 partidas da Liga em que não lhe faltaram ocasiões.
PAULO PARATY: 51 penáltis / 211 jogos
LUCÍLIO BAPTISTA: 46 penáltis / 203 jogos
PAULO COSTA: 45 penáltis / 176 jogos
OLEGÁRIO BENQUERENÇA: 35 penáltis / 122 jogos
PAULO BAPTISTA: 30 penáltis / 145 jogos
BRUNO PAIXÃO: 26 penáltis / 126 jogos
JOÃO FERREIRA: 26 penáltis / 105 jogos
O PROTESTO DE CARVALHAL....
Minutos após Paulo Baptista ignorar o escandaloso lance de Gladstone sobre Matheus, Carlos Carvalhal veio revelar que o Vitória não beneficiava de um penálti há mais de um ano (48 jogos).
TEVE RESPOSTA IMEDIATA...Minutos após Paulo Baptista ignorar o escandaloso lance de Gladstone sobre Matheus, Carlos Carvalhal veio revelar que o Vitória não beneficiava de um penálti há mais de um ano (48 jogos).
PENÁLTIS ASSINALADOS NAS PRIMEIRAS 6 JORNADAS
ÉPOCA 99/00: 18
ÉPOCA 00/01: 13
ÉPOCA 01/02: 20
ÉPOCA 02/03: 22
ÉPOCA 03/04: 11
ÉPOCA 04/05: 20
ÉPOCA 05/06: 7
ÉPOCA 06/07: 8
ÉPOCA 07/08: 8
PENÁLTIS NA LIGA POR ÉPOCA
ÉPOCA 99/00: 76
ÉPOCA 00/01: 79
ÉPOCA 01/02: 110
ÉPOCA 02/03: 81
ÉPOCA 03/04: 77
ÉPOCA 04/05: 69
ÉPOCA 05/06: 75
ÉPOCA 06/07: 44
ÉPOCA 07/08: ?
RANKING DE CLUBES
No século XXI, o Sporting tem sido largamente o clube mais vezes contemplado com grandes penalidades, com um total de 71, mais de 30% melhor que Benfica (48) e FC Porto (44), o dobro ou mais do que os restantes clubes com presenças contínuas na divisão principal. A rotina dos protestos sportinguistas relativamente a esta matéria pode ter uma relação com um hábito mais pronunciado, como se penálti atraísse penálti: mesmo os protestos fazem-se quase sempre no plural, num círculo vicioso de queixas e pressões que noutras décadas dava mais resultado em paragens mais a norte. De resto, o facto mais significativo desta amostra é a perda de influência do FC Porto nos últimos anos em matéria de benefícios directos da sua política agressiva sobre os árbitros – que hoje é bem menos agressiva que a do Sporting e também de meninos de coro quando comparada com os anos gloriosos do ‘Apito Dourado’. Desde que rebentou o escândalo, há quatro anos, e o FC Porto teve de aligeirar as suas conexões nos meandros da arbitragem, o número de penáltis a favorecer os dragões baixou para praticamente metade dos dois rivais de Lisboa; mas, no entanto, o FC Porto nunca deixou de ser a equipa com menos penáltis assinalados contra, apenas dois nos últimos três anos.
SCP: 71
SLB: 48
FCP: 44
SP. Braga: 40
Boavista: 38
Belenenses: 33
V. Guimarães: 30
Marítimo: 26
U. Leiria: 26

Reporagem de João Querido Manha
in Correio da Manha

NCAF Santiago Cacém - Colóquio ´Futebol e Arbitragem´

O Núcleo de Confraternização dos Árbitros de Futebol de Santiago do Cacém, vai organizar um Colóquio intitulado ´ Futebol e Arbitragem ´.
A realizar no próximo dia 12 de Outubro, pelas 21h30, no auditório da Biblioteca Municipal Manuel da Fonseca, em Santiago do Cacém. O referido colóquio decorre no âmbito da IX Festa do Desporto da Câmara Municipal de Santiago do Cacém e conta com a presença de vários nomes da actualidade desportiva, nomeadamente:
Lucílio Baptista (Árbitro Internacional de 1ª Categoria Nacional);
Shéu – Han ( Director Desportivo do Sport Lisboa e Benfica);
João Alves ( Treinador dos Juniores do Sport Lisboa e Benfica);
Dr. Guido Júnior ( Médico do Vitória Futebol Clube );
Dr. Guido Marinho ( Lic. Psicologia Desportiva);
Carlos Rias ( Jornalista da BOLA ) – Moderador.
Fonte: NCAF Santiago Cacém

Árbitros andam insatisfeitos com a gestão de Vítor Pereira

Os árbitros da Liga andam insatisfeitos com a gestão de Vítor Pereira, particularmente mostram-se críticos em relação a um alegado distanciamento para com os juízes. Estando a arbitragem em polvorosa, com casos e casos a sucederem-se, jornada a jornada, o presidente da Comissão de Arbitragem (CA) tem optado por se manter em silêncio, não saindo a terreiro em defesa da sua dama, no caso os árbitros.Estes, por isso, estão a sentir-se abandonados, havendo a convicção, segundo aqueles que o JN ouviu, de que Vítor Pereira está a privilegiar a sua imagem e o seu profissionalismo relativamente à defesa daqueles que dirige. "O seu silêncio é ensurdecedor", dizem. Em contrapartida, o antecessor do actual líder da CA, Luis Guilherme, era considerado mais afável e com uma maior relação de proximidade.
Precisamente, no sábado, das 11 às 18 horas, em Leiria, no Hotel Eurossol, vai haver uma jornada de reflexão com Vítor Pereira, os árbitros e os assistentes. Só que, estranhamente, este plenário de esclarecimento não tem ordem de trabalhos, deduzindo os juízes que as últimos polémicas com as arbitragens vão estar no centro das atenções. Uma das questões que poderá ser abordada reside na circunstância deles não conhecerem o grau de dificuldade dos jogos, nem antes, nem durante, nem depois, pois apenas no final da época, quando são classificados, é que sabem esse item que, muitas vezes, lhes é penalizante, até porque o critério tem sido ambíguo. Assim, um jogo irrelevante, para o senso comum, pode ser de dificuldade mais elevada para a CA. Atenta a estas situações, a Direcção da Liga solicitou a Hermínio Loureiro que reunisse com Vítor Pereira, para acertarem agulhas, sugerindo uma reunião a dois, contrariamente ao presidente da Liga que desejava a presença de todos.
Notícia de Manuel Luís Mendes in Jornal de Notícias

FIFA vai testar cinco árbitros no Mundial de clubes

Os detalhes, nomeadamente no que diz respeito à posição dos dois árbitros suplementares em campo, ainda deverão ser debatidos, mas tudo ficará estar preparado para ser aprovado no próximo Comité Executivo da FIFA, agendado para 29 e 30 deste mês, em Zurique (Suíça).
in A Bola
Mais dois árbitros assistentes no Mundial de Clubes
EQUIPAS DE ARBITRAGEM COM SEIS ELEMENTOS
O próximo Mundial de clubes, de 7 a 16 de Dezembro, servirá para a FIFA fazer testes a nível da constituição das equipas de arbitragens e com a chamada "Bola inteligente", desenvolvida pela Adidas.As equipas de arbitragem serão constituídas por 6 elementos. Os "novos" dois assistentes ficarão na chamada "área de penálti".A "Bola inteligente", já testada no Mundial de Sub-17 em 2005 no Peru, tem um microchip, que permite detectar se superou por completo a linha de golo. Blatter considera que é necessário fazer mais testes para avaliar a sua utilidade.
in Record

Ser árbitro de futebol

O gosto pelo futebol é vivido pela prática ao longo de uma carreira que começa bem cedo, num qualquer campo onde a bola possa saltar, que é onde os miúdos aprendem as técnicas e também as regras do jogo, por mais rudimentares que sejam.
Alguns escolhem a carreira futebolística a tempo inteiro. A maioria segue por diferentes caminhos. Para estes, no entanto, o gosto pelo futebol não morre.
Não sendo jogador profissional, é sempre possível ficar ligado ao futebol, quer seja nos escalões amadores, quer pela opção por uma carreira de treinador, pelo dirigismo, ou ainda pela dedicação à arbitragem.
E bem se pode falar em dedicação, no caso dos árbitros. Começam por frequentar cursos que lhes dão direito a apitar jogos dos escalões jovens. Depois vão subindo nas divisões distritais, até aos campeonatos nacionais. Se a carreira for particularmente bem sucedida, o árbitro pode integrar a elite, que é atingir a primeira categoria, e eventualmente, tornar-se parte do núcleo restrito dos que chegam a árbitro internacional.
É uma actividade de grande responsabilidade, e, em termos gerais, com baixas compensações financeiras e sociais.
Devido às exigências de todos os agentes desportivos sobre as prestações das equipas de arbitragem, está a ser iniciada em Portugal a profissionalização dos que pertencem à primeira categoria. Uma forma de dotar os árbitros dos melhores meios conhecidos, para que possam desempenhar da melhor maneira a sua actividade.
in LPFP

Teste Árbitros Futsal A.F.Beja

Clique nas imagens para ampliá-las, guarde e imprima o teste escrito realizado pelos árbitros de Futsal do Quadro distrital da A.F.Beja.
(Assim que possível serão disponibilizados também os vários testes de Futebol 11 realizados na presente época)

terça-feira, 9 de outubro de 2007

FRANCISCO PARRINHA ENCONTRA-SE HOSPITALIZADO

O árbitro internacional Francisco Parrinha encontra-se hospitalizado no S. José, em Lisboa. Depois de uma sessão técnica da Associação de Futebol de Lisboa, o carro onde estava Francisco Parrinha, juntamente com outros árbitros dos distritais, sofreu um violento acidente, fazendo com que o árbitro lisboeta tivesse que ser transportado para a unidade hospitalar.
O acidente ocorreu ontem por volta das 23:30h. Francisco Parrinha encontra-se ainda em observações, estando o seu estado mais ou menos estabilizado.
in Futsal.iol.pt

Fotos do Fim de Semana

Edgar Gaspar, Sérgio Teixeira e António Bernardino no Sporting Cuba - Lusitano de Évora, jogo a contar para o Campeonato Nacional de Iniciados - Série F.

Apito Final - Crónica de hoje de Jorge Coroado no Jornal O JOGO

" Preconceitos"
Sem que de então para cá as características e capacidades intrínsecas dos árbitros tenham sofrido impulso ou modificação que permita qualificá-los melhor que os de antanho, de há uma dúzia de anos, para cá, as estruturas alteraram-se, os conceitos transfiguraram-se, a compreensão de e pela actividade beneficiou de significativa quanto interessante evolução. Naquele tempo fazia-se arbitragem pelo prazer e gozo no desempenho de função inserida no maior espectáculo do mundo, quase se pagava para arbitrar. A dignidade e brio impunham-se no desempenho da tarefa. Na valoração da apetência de cada um não se olhava ao canudo que pudesse esgrimir fosse ele da Universidade clássica ou da Independente, antes à fiabilidade, mestria e coragem na condução dos prélios. As derivações geopolíticas na condução dos destinos do edifício do futebol originaram, pelos hábitos corteses, interesseiros e algo oportunistas por alguns introduzidos, que filiados com menor entendimento e consciência de relacionamento social, na mirífica presunção de manterem posições alcançadas se subordinassem ao poder instituído ou presumivelmente constituído. Foram tempos difíceis que obrigaram os mais fortes e determinados a esforços redobrados para não se deixarem seduzir pelo canto de sereia que os conduziria ao descrédito em que muitos outros usufruindo de simpáticas benesses caíram e alguma comunicação social não se coibia de colocar rótulos ou zurzir na praça pública todo aquele que se equivocasse, fazendo conjecturas nada edificantes, não cuidando de destrinças ou excepções. Hoje, devido a regalias e retribuições aumentadas exponencialmente, o interesse de gente academicamente mais evoluída faz que para alguma daquela comunicação social, enferma de preconceitos inadmissíveis, só porque o árbitro que comete equívocos sabe articular convenientemente o sujeito, predicado e complemento directo, os erros por estes assumidos deixassem de ter o mesmo baixo tratamento que os de então sofreram. Será que a ânsia na defesa do lugar ocupado demonstrada pelos menos habilitados academicamente, algo apelidado de submissão, era diferente da “inteligente” forma de agradar aos “patrões” hoje patenteada por gente com outra bagagem social e cultural que não pretende perder os chorudos proventos mensais?.

Características de um bom Árbitro

Gostas de Ler? Sim? Então clica na imagem para ampliá-la e lê o texto retirado do número 123 (2004) da Revista O Árbitro da APAF.

segunda-feira, 8 de outubro de 2007

Constituições das Equipas de Arbitragem

Clique para ampliar e guardar/imprimir

Todas as Equipas de Arbitragem deve colocar na porta do seu balneário a identificação dos elementos que a compõem. Aqui está um exemplo do documento necessário, para Futebol de 11 e Futsal, respectivamente.

Motivos de Advertências

Possíveis Motivos de Advertências para preenchimento no Relatórios de Jogo - Futebol 11.

Motivos de Expulsões

Possíveis Motivos de Expulsões para o preenchimento dos Relatórios de Jogo - Futebol de 11.

O Vídeo da Semana

O Cartoon da Semana


domingo, 7 de outubro de 2007

Fotos de hoje

Fotos de hoje do jogo Castrense - Ferreirense, onde o Árbitro da partida foi David Tripa, coadjuvado por Vítor Rocha e Cristiano Bexiga.